Os periquitos-australianos foram relatados pela primeira vez por George Shaw e Frederick Nodder, dois importantes naturalistas do século XIX. Mas foi somente no ano 1840 que John Gould, um ornitólogo e naturalista inglês, levou alguns exemplares desta ave à Europa. Rapidamente, a partir do ano 1850, por serem de fácil domesticação e adaptação a gaiolas, passaram a ser comercializados em larga escala. Porém, graças à grande procura começaram as exportações de aves selvagens. Mais tarde, em 1894, a prática foi proibida, resolução que dura até os dias de hoje, sendo que boa parte dos periquitos hoje comercializados provém de cativeiro. De acordo com avaliações do mundo pet, ocupando o terceiro lugar em animais de estimação, os periquitos representam essa pontuação.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Coluna ZooPet - Os coloridos Periquitos Australianos - Por Dr. Rodolfo Godoy
Os periquitos-australianos foram relatados pela primeira vez por George Shaw e Frederick Nodder, dois importantes naturalistas do século XIX. Mas foi somente no ano 1840 que John Gould, um ornitólogo e naturalista inglês, levou alguns exemplares desta ave à Europa. Rapidamente, a partir do ano 1850, por serem de fácil domesticação e adaptação a gaiolas, passaram a ser comercializados em larga escala. Porém, graças à grande procura começaram as exportações de aves selvagens. Mais tarde, em 1894, a prática foi proibida, resolução que dura até os dias de hoje, sendo que boa parte dos periquitos hoje comercializados provém de cativeiro. De acordo com avaliações do mundo pet, ocupando o terceiro lugar em animais de estimação, os periquitos representam essa pontuação.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Coluna ZooPet - Gestação de cadelas e gatas: Cuidados básicos - Por Dr. Rodolfo Godoy
A maternidade é uma experiência singular não só para mulheres como também para as mamães pets. Mas os cuidados com a saúde da mãe e dos filhotes exigem atenção antes, durante e depois da gravidez. De acordo Ana Flávia Gonçalves e Letícia Parente, do Hospital Veterinário de Taguatinga (HVT). Alerta que é necessário que o animal esteja com a saúde em dia para a gestação. A fêmea e o macho não podem ter doenças infectocontagiosas e hereditárias. O parceiro deve ser de tamanho adequado ao da fêmea para evitar o desenvolvimento de fetos muito grandes. Além disso, o acasalamento costuma ser mais fácil quando os pets já se conhecem.
Os primeiros sinais de prenhez em cadelas e gatas incluem alterações nos mamilos, que ficam mais rosados e inchados, e mudanças no comportamento. ;As mamães se tornam mais quietas, buscam lugares mais quentinhos. Logo a barriga já começa a aumentar de tamanho, como nas mulheres .
A gravidez de cadelas e gatas é um período bastante delicado e exige uma série de precauções. A saúde dos filhotes começa com o cuidado que o tutor deve ter com o seu animalzinho. É preciso ter certeza de que a fêmea está realmente prenha, porque os animais também têm gravidez psicológica e adotam o mesmo comportamento de cadelas e gatas gestantes.
O diagnóstico deve ser feito pelo veterinário por meio de ultrassom, a partir dos 25 dias, ou por raio X, após 45 dias. Para descobrir o número de filhotes, o exame mais indicado é o raio X. A gestação saudável de uma cachorra dura, em média, de 57 a 63 dias, e das gatas, de 60 a 64 dias. Fique atento aos cuidados para manter a saúde da mãe e dos filhotes.
Embora as orientações sejam diferentes de acordo com o estado geral de cada pet, de maneira geral, alguns cuidados são extremamente essencial, como:terça-feira, 27 de outubro de 2020
Coluna ZooPet - A importância das vacinas para cães - Por Dr. Rodolfo Godoy
Antes de iniciar a leitura deste pequeno texto, se faz necessário entender o conceito de vacina. Vacina são substâncias biológicas, preparadas a partir dos microorganismos causadores das doenças (bactérias ou vírus), modificados laboratorialmente, de forma a perderem a sua potencia de provocar doença.
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
Coluna ZooPet - A importância de castrar cães e gatos - Por Dr. Rodolfo Godoy
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| Reprodução/Internet |
Opinião unânime entre os profissionais da área que a castração é a única maneira ética e eficaz de controle de cães e gatos abandonados, além de prevenir diversas doenças. Porém, o número de castração só não é maior porque nos grandes centros, infelizmente, esbarra na falta de informação e pouco interesse do poder público em patrocinar.
quinta-feira, 19 de março de 2020
Coluna ZooPet - Os cães e gatos podem transmitir o novo coronavírus em humanos? - Por Dr. Rodolfo Godoy
Em janeiro de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) nomeou temporariamente o novo vírus como novo coronavírus de 2019 (2019-nCoV). No entanto, em 11 de fevereiro, ele foi definitivamente chamado de SARS-Cov-2 e a doença causada por esse vírus foi denominada "Doença do Coronavírus 2019" (abreviada como "COVID-19").
domingo, 16 de fevereiro de 2020
Coluna ZooPet - Carrapatos: Problema na medicina veterinária e humana - Por Dr. Rodolfo Godoy
| Fonte: uniprag |
Doenças que podem ser transmitidas pelos Carrapatos
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
Coluna ZooPet - Animais abandonados: de quem é a responsabilidade? Por Dr. Rodolfo Godoy
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| Reproduçao/Internet |
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Coluna ZooPet - Gestação das gatas e cadelas - Por Dr. Rodolfo Godoy
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| Fonte: www.mypets.com |
É muito raro uma fêmea pet não emprenhar (termo correto para gravidez nos animais) após uma cruza. Isso porque as fêmeas (gatas e cadelas) só aceitam os machos quando estão no período fértil, logo ovulando, antes ou depois disso, as fêmeas pets não deixam com que os machos cruzem com elas. Então caso o macho cruze/cópula, conseguido ejacular e as chances de novos filhotes serão muito grandes.
Muitos tutores de pets desejam que seus animais procriem, aumentando ainda mais a família. Mas, durante a gestação de cães e gatas é importante tomar alguns cuidados para manter a saúde da futura mamãe pet.
Aproximadamente até os 65 dias, sua gata ou cadela estariam prontas para parir, ou seja, pouco mais de 02 meses é o período de gestação. Se, para as mulheres, a gestação merece todo o cuidado e carinho, não é diferente para cachorras e gatas. O tutor precisa ter disponibilidade para cuidar da mãe — antes, durante e depois da gravidez — e dos filhotes.
O número de filhotes das gatas e cadelas por cria dependem de questões genéticas, tamanho da raça e alguns outros fatores, mas tende a ser: de 2 a 12 filhotes para as gatas e para as cadelas a média é de 6 filhotes. O ideal é levar a fêmea pet ao veterinário para que ele examine e lhe diga se os animais irão nascer por parto normal ou cesárea, este é o nosso famoso “pré-natal”, com exames de saúde para saber se está tudo bem. Caso seja parto normal, ele poderá orientar o tutor do animal, mas normalmente as fêmeas fazem todo o trabalho sozinhas. Evite intervir, apenas se for realmente necessário. Se perceber qualquer indício que o parto está com problemas, chame o veterinário.
Após o nascimento o ideal é dar um tempo para que a mãe pet se recupere suas forças. Ela também vai se ocupar de limpar e de alimentar seus filhotes, então não se preocupe. Na verdade, é até melhor evitar tocar neles nos primeiros dias. Também é importante manter a mãe pet em um ambiente limpo e tranquilo, além de, claro, alimentar muito bem a nova mamãe pet, já que ela estará amamentando.
Durante as primeiras semanas de vida, todos os cuidados que um filhote necessita ficam a cargo de sua mãe. Porém, quando a separação foi muito prematura ou ela não consegue produzir leite o suficiente ou ainda rejeita a cria, a ação humana é essencial para garantir a sobrevivência dos fihotes. O leite da mãe pet fornece tudo o que um filhote precisa durante as primeiras quatro semanas de vida. Portanto, na falta dela, consulte um veterinário ou procure por um abrigo que possa ajudá-lo a encontrar uma gata ou cadela em período de amamentação e ser ama de leite por um tempo.
Se você não conseguir encontrar uma mãe adotiva, compre um substituto de leite materno industrializado em pet shops e ofereça em uma mamadeira especial para eles. Pet Milk® ou Support Milk® são algumas das opções de alimento completo e seguro para cães e gatos filhotes, lembrando que é de extrema importância o acompanhamento de um veterinário para orientá-lo durante esse período. Esse leite em pó deve ser diluído na água e aquecido entre 35°C e 38°C em banho-maria.
Ao amamentar o animalzinho, ele deve estar obrigatoriamente de barriga para baixo, caso contrário poderá engasgar e aspirar o líquido para os pulmões. É muito importante não oferecer leite de vaca para o filhote, pois além de não ser facilmente digerível, pode causar diarreia. Também vale dizer que água só deve ser apresentada a partir dos 35 dias de vida. Antes disso, o leite já cumpre o papel de hidratação.
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Coluna ZooPet - Consumir leite cru merece cuidado - Por Dr. Rodolfo Godoy
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| Fonte: food safety Brazil, 2015 |
É muito frequente o uso de derivados do leite nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, em produtos como o leite condensado, leite em pó, soro de leite, caseína ou lactose. Este formidável produto é rico água, proteínas e gorduras. Mas necessita ter cuidado quando consumido cru.
Leite cru é o leite que foi retirado das tetas e não passou por um processo de pasteurização ou UHT, que submetem o mesmo a temperaturas altas durante algum tempo para eliminar microrganismos patogênicos ao humano. Ou seja, o leite cru é o leite que se toma “direto do animal”. Ao ingerir um leite que não passou por um processo térmico adequando, você pode colocar sua saúde em risco, pode conter tais bactérias como: Salmonella, Campylobacter, E. coli e outras.
Os leites de vacas e búfalas são os mais consumidos pelo homem, porém ambas espécies podem transmitir a brucelose e tuberculose para o homem, através do leite, quando são consumidos crus.
A brucelose humana é causada por bactérias do gênero Brucella spp. da família Brucellaceae. Possui alta prevalência em ambientes ocupacionais e é citada na lista de doenças relacionadas ao trabalho, segundo a Portaria nº 1.339/1999, do Ministério da Saúde, é responsável por incapacidade para o trabalho ou diminuição do rendimento profissional, atinge principalmente trabalhadores que manejam animais e da cadeia de produção de laticínios, carnes e seus derivados.
Já a tuberculose nos países em desenvolvimento, as comunidades enfrentam um maior risco de infecção pelo Mycobacterium bovis, devido ao maior grau de exposição dos seres humanos aos animais, particularmente no que concerne ao consumo frequente de leite não pasteurizado e de produtos lácteos derivados de rebanhos que não possuem controle sanitário da tuberculose bovina.
No Brasil o regulamento técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal - PNCEBT, instituído em 2001, recentemente foi revisto pela Instrução Normativa SDA nº 10, de 3/03/2017. O programa tem por objetivo reduzir a prevalência e a incidência dessas doenças em bovinos e bubalinos, visando a erradicação.
Todo animal que apresenta resultado positivo em testes de diagnóstico de brucelose e tuberculose deve ser marcado com “P” no lado direito da face e eliminado (abatido ou destruído) em 30 dias. O médico veterinário habilitado é o responsável por esta identificação e eliminação destes animais positivos
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Coluna ZooPet - Esporotricose Zoonótica - Por Dr. Rodolfo Godoy
A transmissão é resultante da inoculação direta do fungo no organismo por meio de arranhadura e/ou mordedura de animais infectados ou por pequenos traumas durante atividades de lazer ou ocupacionais que tenham relação com floricultura, horticultura e jardinagem.
Os felinos (Felis catus domesticus) domésticos têm um relevante papel epidemiológico na transmissão e propagação da doença, principalmente os não castrados e os não domiciliados, uma vez que as lesões cutâneas nestes animais contêm uma grande quantidade de células fúngicas infectantes que os distinguem de outras espécies proporcionando grande capacidade torna-los notável fonte de infecção.
Por meio de unhadas (o termo técnico é “arranhadura”), os gatos infectados transmitem o fungo a outros felinos, a cães e também a pessoas. As lesões em humanos e cães geralmente não são tão severas como nos gatos e raramente impõem risco à vida. Mesmo em gatos, que são mais afetados, a doença tem cura, mas o tratamento é caro e demorado.
A esporotricose se concentra em animais de rua ou de comunidades carentes, o que dificulta o tratamento por conta do alto custo. Por conta disso, muitos donos abandonam gatos infectados, o que faz que a doença se espalhe ainda mais.
Sintomas no gato: feridas principalmente na face e orelhas do gato
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| Fonte: CAT CLUB, 2018 |
Sinais no homem: lesões presente na pele, levando a formação de pequenas feridas ou caroços avermelhados semelhantes à picada de mosquito, acometimento da pele, principalmente mãos e braços.
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| Fonte: Brasil Metrópole, 2017 |
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| Fonte: Centro de Zoonoses do Rio de Janeiro, 2018 |
Tratamento: Primeiramente é preciso levar seu pet ao veterinário, para estabelecer o diagnostico laboratorial e após realizar o tratamento. O itraconazol é o fármaco de escolha para tratamento de felinos com esporotricose, pois apresenta menos efeitos adversos quando comparado aos demais agentes antifúngicos. O uso do medicamento deve estender-se por até 30 dias após a cura clínica.
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